efeito caindo
terça-feira, 31 de março de 2015
Fábula:A Lebre e a Tartaruga
Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse:"Pensa você ser rápida como o vento; Mas, acredito que Eu a venceria numa corrida."
A Lebre claro, considerou aquela afirmação como algo impossível de acontecer, e aceitou o desafio na hora.
Convidaram então a Raposa para servir de juiz, escolher o trajeto, e o ponto de chegada.
E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos.
A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, concentrada, em momento algum, parou de caminhar rumo ao seu objetivo.
Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo.
Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranquila num canto.

Para o Arrogante, todos são Claudicantes...
domingo, 29 de março de 2015
A Batalha na Neve
Os coelhinhos gostam de ir ao jardim de infância,todo dia.Também com neve e gelo,pois movimentam-se e o frio então passa.
À noite nevou a de manhã tudo está coberto com uma grossa camada de neve.
Os coelhinhos correm para fora.De tanta alegria alguns fazem cambalhotas na neve.O que o Puque está querendo ?
Ele faz bolas de neve e as joga nos outros.Logo os outros jogam de volta e já começa a maior batalha de bolas de neve.
Todos se mexem!
"Pega "! - " Agarra "! -" Aih "! - " Espera só "! - " Assim "! escuta-se pela mata.
Bums ! Uma bola de neve acerta a cabeça de Pim." Huuu !
Ele começa a chorar.
"Não seja dengoso,Pim! " Alguém lhe bate amigavelmente nas costas." Em troca você pode me derrubar na neve ! "
Não é preciso repetir pois todos já estão participando da brincadeira outra vez.
À noite nevou a de manhã tudo está coberto com uma grossa camada de neve.
Os coelhinhos correm para fora.De tanta alegria alguns fazem cambalhotas na neve.O que o Puque está querendo ?
Ele faz bolas de neve e as joga nos outros.Logo os outros jogam de volta e já começa a maior batalha de bolas de neve.
Todos se mexem!
"Pega "! - " Agarra "! -" Aih "! - " Espera só "! - " Assim "! escuta-se pela mata.
Bums ! Uma bola de neve acerta a cabeça de Pim." Huuu !
Ele começa a chorar.
"Não seja dengoso,Pim! " Alguém lhe bate amigavelmente nas costas." Em troca você pode me derrubar na neve ! "
Não é preciso repetir pois todos já estão participando da brincadeira outra vez.
A Pequena Sereia
A Pequena Sereia era a filha caçula do rei Tritão, era uma sereia diferente das outras cinco irmãs. Era muito quieta, não era difícil vê-la distante e pensativa.
Desde os dez anos, a Pequena Sereia guardava uma estátua de um jovem príncipe que havia encontrado num navio naufragado. Passava às vezes horas contemplando a estátua, que aguçava ainda mais sua vontade de conhecer o mundo da superfície. Porém esse seu desejo só poderia ser realizado quando completasse quinze anos, nessa idade é dada a permissão para as sereias nadarem até a superfície do mar.
Para a Pequena Sereia esse dia especial parecia nunca chegar. Ela acompanhava a cada ano, os quinze anos de cada uma das suas irmãs, ansiosa para que o seu dia chegasse em breve também, e escutava atenta o relato de cada uma delas sobre tudo aquilo que viram.
As irmãs contavam sobre os barulhos da cidade, as luzes, o céu, os pássaros, sobre as pessoas, animais, eram tantas as novidades que só aumentava o desejo da Pequena Sereia de conhecer aquele mundo.
A Pequena Sereia queria ver as cores douradas que surgiam no céu, quando o sol de escondia no horizonte. A chuva, com as nuvens cor de chumbo. Conhecer o arco-íris, as flores, as montanhas, as plantas.
Às vezes as cinco irmãs subiam juntas à superfície para passear, e a Pequena sereia ficava triste em seu quarto, no castelo, sentia uma enorme angústia e uma coisa estranha, parecia ter vontade de chorar, embora as sereias não chorem, pois não têm lágrimas.
Até que o dia tão esperado chegou, o coração da Pequena Sereia saltitava de felicidade. Recebeu de presente da sua avó um colar de pérolas, símbolo da realeza.
A pequena sereia chegou à superfície na hora do pôr–do-sol. O céu estava dourado com nuvens rosadas. Ela ficou maravilhada com o que via.
Ela avistou um grande navio com três mastros e nadou até ele. O céu escureceu e no navio foram acesas centenas de lanternas coloridas. A sereiazinha nadou contornando o navio e, pela escotilha do salão viu pessoas alegres, dançando. Um rapaz em especial, chamou-lhe atenção.
Passadas algumas horas, o vento começou a soprar forte. A lua e as estrelas sumiram do céu e começaram a surgir trovões e relâmpagos.
O mar estava revolto, ondas gigantescas atacavam o navio. Os marujos assustados, retiraram as velas do navio. As pessoas gritavam assustadas. O navio balançava muito, até que uma onda gigantesca o tombou para o lado. A escuridão foi total.
Um raio iluminou o céu e a Pequena Sereia viu pessoas gritando e tentando se salvar nadando.
De repente a sereiazinha viu o príncipe. Ele estava se afogando. Ela sentia que tinha que ajudá-lo. Ela nadou entre os destroços do navio e o alcançou.
O jovem príncipe estava desmaiado. Ela segurou firmemente, mantendo a cabeça dele para fora da água, e flutuou com ele até a tempestade passar.
Ao raiar do sol, a sereiazinha verificou que o príncipe respirava tranqüilamente. Ela ficou aliviada em ver que ele estava bem, ficou tão contente que o beijou. Nadou com ele até uma praia, o dentou na areia e escondeu-se atrás das rochas.
Ela viu que existia algumas casinhas por perto, certamente alguém o encontraria.
Logo uma jovem apareceu na praia e foi caminhando na direção do rapaz. O , que até então, estava desmaiado acordou e sorriu para a moça. A moça correu para buscar ajuda e em pouco tempo o príncipe foi levado ao vilarejo.
A sereiazinha ficou aliviada por ter salvado o jovem, mas ficou triste pois temia não vê-lo novamente.
A Pequena Sereia voltou para o seu castelo no fundo do mar. As irmãs a encontraram triste e quieta. Após longa insistência das irmãs, a sereiazinha contou-lhes toda a sua aventura.
Uma das irmãs sabia quem era o príncipe e sabia que ele morava em um castelo à beira-mar.
As seis sereias nadaram até lá. Esconderam-se atrás de uns rochedos, esperaram até que viram o príncipe e viram que ele estava bem.
A pequena sereia pensava muito no jovem príncipe. Ela daria sua vida para ser humana e encontrar-se com o príncipe nem que fosse só por um dia.
Seu pai, o rei Tritão estava preocupado com a filha, nem as festas no palácio alegravam a jovem sereia. Ela nem cantava mais nas festas, todos adoravam ouvi-la cantar, sua voz era linda.
Numa noite, a Pequena Sereia tomou uma decisão: foi procurar a feiticeira do mar.
A feiticeira é uma bruxa, mora no meio dos redemoinhos, cercada de plantas cheias de espinhos e animais peçonhento e perigosos.
A sereiazinha acreditava que a única pessoa capaz de ajudá-la a transformar-se em humana, seria a feiticeira.
Desde os dez anos, a Pequena Sereia guardava uma estátua de um jovem príncipe que havia encontrado num navio naufragado. Passava às vezes horas contemplando a estátua, que aguçava ainda mais sua vontade de conhecer o mundo da superfície. Porém esse seu desejo só poderia ser realizado quando completasse quinze anos, nessa idade é dada a permissão para as sereias nadarem até a superfície do mar.
Para a Pequena Sereia esse dia especial parecia nunca chegar. Ela acompanhava a cada ano, os quinze anos de cada uma das suas irmãs, ansiosa para que o seu dia chegasse em breve também, e escutava atenta o relato de cada uma delas sobre tudo aquilo que viram.
As irmãs contavam sobre os barulhos da cidade, as luzes, o céu, os pássaros, sobre as pessoas, animais, eram tantas as novidades que só aumentava o desejo da Pequena Sereia de conhecer aquele mundo.
A Pequena Sereia queria ver as cores douradas que surgiam no céu, quando o sol de escondia no horizonte. A chuva, com as nuvens cor de chumbo. Conhecer o arco-íris, as flores, as montanhas, as plantas.
Às vezes as cinco irmãs subiam juntas à superfície para passear, e a Pequena sereia ficava triste em seu quarto, no castelo, sentia uma enorme angústia e uma coisa estranha, parecia ter vontade de chorar, embora as sereias não chorem, pois não têm lágrimas.
Até que o dia tão esperado chegou, o coração da Pequena Sereia saltitava de felicidade. Recebeu de presente da sua avó um colar de pérolas, símbolo da realeza.
A pequena sereia chegou à superfície na hora do pôr–do-sol. O céu estava dourado com nuvens rosadas. Ela ficou maravilhada com o que via.
Ela avistou um grande navio com três mastros e nadou até ele. O céu escureceu e no navio foram acesas centenas de lanternas coloridas. A sereiazinha nadou contornando o navio e, pela escotilha do salão viu pessoas alegres, dançando. Um rapaz em especial, chamou-lhe atenção.
Passadas algumas horas, o vento começou a soprar forte. A lua e as estrelas sumiram do céu e começaram a surgir trovões e relâmpagos.
O mar estava revolto, ondas gigantescas atacavam o navio. Os marujos assustados, retiraram as velas do navio. As pessoas gritavam assustadas. O navio balançava muito, até que uma onda gigantesca o tombou para o lado. A escuridão foi total.
Um raio iluminou o céu e a Pequena Sereia viu pessoas gritando e tentando se salvar nadando.
De repente a sereiazinha viu o príncipe. Ele estava se afogando. Ela sentia que tinha que ajudá-lo. Ela nadou entre os destroços do navio e o alcançou.
O jovem príncipe estava desmaiado. Ela segurou firmemente, mantendo a cabeça dele para fora da água, e flutuou com ele até a tempestade passar.
Ao raiar do sol, a sereiazinha verificou que o príncipe respirava tranqüilamente. Ela ficou aliviada em ver que ele estava bem, ficou tão contente que o beijou. Nadou com ele até uma praia, o dentou na areia e escondeu-se atrás das rochas.
Ela viu que existia algumas casinhas por perto, certamente alguém o encontraria.
Logo uma jovem apareceu na praia e foi caminhando na direção do rapaz. O , que até então, estava desmaiado acordou e sorriu para a moça. A moça correu para buscar ajuda e em pouco tempo o príncipe foi levado ao vilarejo.
A sereiazinha ficou aliviada por ter salvado o jovem, mas ficou triste pois temia não vê-lo novamente.
A Pequena Sereia voltou para o seu castelo no fundo do mar. As irmãs a encontraram triste e quieta. Após longa insistência das irmãs, a sereiazinha contou-lhes toda a sua aventura.
Uma das irmãs sabia quem era o príncipe e sabia que ele morava em um castelo à beira-mar.
As seis sereias nadaram até lá. Esconderam-se atrás de uns rochedos, esperaram até que viram o príncipe e viram que ele estava bem.
A pequena sereia pensava muito no jovem príncipe. Ela daria sua vida para ser humana e encontrar-se com o príncipe nem que fosse só por um dia.
Seu pai, o rei Tritão estava preocupado com a filha, nem as festas no palácio alegravam a jovem sereia. Ela nem cantava mais nas festas, todos adoravam ouvi-la cantar, sua voz era linda.
Numa noite, a Pequena Sereia tomou uma decisão: foi procurar a feiticeira do mar.
A feiticeira é uma bruxa, mora no meio dos redemoinhos, cercada de plantas cheias de espinhos e animais peçonhento e perigosos.
A sereiazinha acreditava que a única pessoa capaz de ajudá-la a transformar-se em humana, seria a feiticeira.

A sereiazinha ficou assustada, mas aceitou correr o risco, pois queria estar com o seu amado.
Em troca dos serviços da feiticeira, a jovem lhe daria a sua voz.
Mesmo assim, a sereiazinha aceitou a proposta, estava decidida a tentar.
A feiticeira deu-lhe um frasco contendo a poção que lhe daria as pernas .Em seguida roubou-lhe a voz.
A sereiazinha não se despediu de ninguém, nadou em direção ao palácio do príncipe. Foi então, que ela tomou a poção dada pela feiticeira. Imediatamente sentiu terríveis dores como se punhais lhe rasgassem a cauda.
A dor foi tamanha que a jovem não agüentou e desmaiou.
Quando amanheceu, a princesa acordou, na praia, ao seu lado estava o príncipe, olhando-a curioso e preocupado.
A sereiazinha percebeu que estava sem roupa, e possuía duas pernas no lugar de sua cauda. Cobriu-se então com seus longos cabelos.
O príncipe quis saber seu nome e o que acontecera. Porém, a jovem não conseguia falar, não tinha mais sua voz.
O príncipe a levou para o palácio, onde foi cuidada e alimentada. A sereiazinha passou a viver feliz naquele lugar ao lado do príncipe. Sofria terríveis dores sempre que andava, era como se algo furasse seus pés. Mas nada era superior a sua felicidade em estar com o seu amado.
Cada dia que passava, o príncipe gostava mais da pequena sereia, As pessoas do palácio também se encantavam com a pequena sereia. Porém o coração do príncipe e seus pensamentos pertenciam à jovem que o encontrara na praia, ele achava que ela o havia salvo.
Um dia a pequena sereia descobriu que o rei planejava casar o príncipe com a filha do rei vizinho. Eles fariam uma viagem de navio para conhecer a futura noiva.
A pequena sereia ficou muito triste, se o príncipe se casasse com outra ela morreria. Ficou cheia de esperança quando o jovem príncipe lhe confidenciou que nãos e casaria com a jovem escolhida pelo seu pai, pois já amava outra moça.
A sereiazinha acompanhou a família real na viagem.
Na hora em que conheceu a futura noiva, o príncipe ficou encantado, era a mesma moça da praia.
A pequena sereia viu que o príncipe estava apaixonado. Naquela mesma noite ele casou-se com a jovem princesa, a moça da praia.
Enquanto todos festejavam, a princesa sofria de tristeza. Foi então para o convés observar o mar. Nesse momento ela viu suas irmãs, todas de cabelos curtos.
Deram seus cabelos à feiticeira em troca de um punhal mágico. A Pequena Sereia precisaria matar seu amado com aquele punhal, antes do amanhecer, assim, poderia voltar a ser sereia e viver no fundo do mar.
A sereiazinha muito triste pegou o punhal, foi até o quarto do príncipe e vendo-o dormindo tranqüilo ao lado da sua esposa, saiu correndo dali.
A sereiazinha tinha um coração bom, e seu amor era verdadeiro, não poderia jamais matar o seu amado. Sendo assim, ela se dirigiu ao convés do navio, já estava amanhecendo. A sereiazinha, então, atirou-se no mar, no mesmo instante o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, e assim o feitiço se realizou, a Pequena Sereia virou espuma branca do mar.

terça-feira, 24 de março de 2015
Psicologia infantil
*Quando levar seu filho a um psicólogo infantil
Muitas vezes não entendemos nossas crianças, mas percebemos claramente que há algo errado com elas. Você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso te apavora, você se sente a pior mãe do mundo, pois afinal de contas você deveria conseguir ajudar seu filho. Mas não é bem assim, criança não vem com manual de instruções e sua forma de comunicar que algo não está bem é muito, muito diferente da forma que os adultos entendem – mesmo porque a maioria das vezes a própria criança não sabe que há algo errado, apenas sente um desconforto que não compreende.
Esse desconforto pode vir do fato de estar sendo agredida por outras crianças na escola, ou a professora a está ignorando na sala de aula, pode haver algum adulto molestando-a, ela pode ser mais sensível e insegura que a maioria e sentir muita falta da mãe mesmo se distanciando por períodos curtos, ela pode estar se sentindo negligenciada em casa mesmo e você não percebe pois a considera tão “boazinha” e fica feliz por ela brincar horas sozinha. Enfim, a lista das possibilidades do que pode estar acontecendo são enormes.
*Quais comportamentos são indicadores na necessidade de terapia infantil (psicologia infantil)
Recusar-se a ir a escola repentinamente
Chorar em demasia
Dificuldade em acompanhar o que dado na escola
Excesso de necessidade de contato com a mãe ou pai
Recusa em estar próximo de uma pessoa específica
Comportamentos agressivos repentinos
Demora em falar ou andar
Xixi na cama
Pesadelos
Pedidos frequentes para dormir com os pais
*Como é feita a psicoterapia infantil
Para não ficar matutando meses a fio, deixando o problema piorar é que existe a psicologia infantil onde estudos e técnicas específicas de psicoterapia infantil facilitam que o psicólogo infantil se comunique com a criança e procure entender o que se passa com ela. Inicialmente é feita entrevista com os pais. Depois a criança é convidada participar de “brincadeiras” que na realidade são técnicas próprias para obtenção de informações sobre o estado emocional da criança e intervenção psicológica.
*Os pais precisam aprender a psicologia infantil?
Só o que se aplica a seu filho. O universo infantil é extenso e complexo, cada caso é um caso totalmente diferente do outro. O que deu certo com o filho do vizinho não significa que dará com o seu. Os sintomas que o coleguinha apresentou pode ter sido originado por problemas muito diferentes do que o seu filho está passando.
*Como a psicologia infantil ajuda a criança
O psicólogo infantil, além de sua vocação para lidar com crianças, é treinado para oferecer um ambiente onde ela se sinta segura. A forma de falar, o tom, as palavras que ele usa são todas muito bem elaboradas para criar um ambiente de acolhimento e confiança. O cuidado deve ser extremo pois as crianças tendem a responder afirmativamente a perguntas dirigidas e passam a incorporar a própria resposta.
Por exemplo, se você perguntar se ele está chorando porque o coleguinha bateu nele será muito provável que ele responda que sim, mesmo que não seja esse o motivo, pois alguma vez algum coleguinha já deu algo parecido com tapinha e, assim que você fizer esta pergunta, ele lembrará deste episódio e responderá que SIM, mesmo que este tapinha não tenha a nada a ver com o choro atual. E o pior, poderá acreditar que está chorando devido à isso.
Outro motivo é a capacidade de aprendizagem da criança – enorme. E ela pode aprender tudo o que ouve. Se tiver adultos falando muita bobagem (inverdades) por perto, e falam mesmo, ela absorverá cada uma destas coisas como fatos indiscutíveis. Os adultos podem perceber tons de ironia mas a criança leva tudo ao pé da letra, e uma palavra errada perto de uma criança, mesmo que ela esteja com cara de distraída, será ouvida e absorvida em seu repertório de “verdades”. Se alguém passar a falar mal de sua mãe por alguma questão específica e não envolvendo sua qualidade no trato com a criança, ela pode considerar que a mãe é uma péssima pessoa e passar a rejeitar a mãe.
A psicologia infantil poderá ajudar esta criança a se restabelecer numa realidade mais saudável e também orientará os pais para a continuação do processo de melhora em casa.

Entrevista cedida pela psicologa Marisa de Abreu
Desobediência infantil
-Como é uma criança desobediente
É a criança que tem prioridades diferentes das dos adultos e segue suas vontades com maior frequência do que a vontade ou orientação dos pais.
A desobediência causa muita dor de cabeça nos pais mas não podemos dizer que toda desobediência é significado de criança com mal comportamento, ou com comportamentos danosos para si mesma.
Os pais ficam muito preocupados quando seus filhos não obedecem pois acreditam que para uma criança crescer com ótima educação e “ser alguém na vida” ela precisa, e muito, de obedecer cegamente aos pais em 100% das situações.
Uma criança que desobedece está quebrando regras, está passando aos pais a informação de que ele pensa por si só e pensa diferente de seus pais. Isso não pode ser considerado como comportamento prejudicial por si só. Mas faz parte da função dos pais passar para seus filhos que as regras existem para que nossa vida funcione de forma mais equilibrada. Também é função dos pais passar aos filhos a informação de que os adultos tem mais conhecimento do que é bom para os filhos e que as regras impostas são benéficas para todos e devem ser seguidas mesmo que a criança esteja com muita vontade de, por exemplo brincar na hora de almoçar, esta vontade deve ser suprimida pelo bem dela mesma.
A criança pode obedecer de forma saudável ou não. Será saudável quando ela entender, ou tiver recebido a informação de que faz sentido e que são comportamentos positivos estas coisas que o adulto a está orientando a fazer. Não será saudável quando a criança obedecer passivamente, sem entender o que está fazendo, ou obedecer simplesmente por medo, para não ser punida de forma exageradamente rigorosa.
Vale salientar que a criança tanto mais obedecerá saudavelmente o adulto quanto mais houver afeto e respeito nesta relação.
*O que os pais fazer para que os filhos obedeçam
Mostrar que vale a pena obedece-los, mostrar que o que os pais solicitam faz sentido e tem finalidade de melhorar os aspectos de vida da criança, como por exemplo a boa alimentação, o bom sono, etc.
Os pais também devem ser insistentes sem cair no desespero. As crianças tendem a não acreditar que aquilo que o pai está pedindo é realmente importante, então a repetição fará com que ela perceba que o pai não mudou de ideia e que o que ele pede é realmente para se feito.
Passar as regras para os filhos com amor. Eles terão a chance de perceber que você não está mandando fazer “coisas chatas” porque os odeia, mas os está ajudando a ter uma boa qualidade de vida.
*Crianças desobedientes se tornam adultos desobedientes
Pode ser. E isso pode ser bom ou ruim. Uma pessoa que só faz o que lhe mandam nunca será criativa, nunca identificará oportunidades inéditas. Mas será prejudicial se esta desobediência for tão intensas a ponto deste adulto (ex criança desobediente) não aceitar regras de forma alguma como por exemplo, não seguir as normas de transito, etc.
*Como professores devem agir com crianças desobedientes?
Professores são educadores no que se refere às matérias da escola, quando falamos de comportamento, caráter ou personalidade estamos falando da função dos pais. Portanto os professores devem chamar os pais para que estes conversem com seus filhos. Fora isso os professores devem aplicar as consequências previstas na escola, como por exemplo suspensão, etc.
*Filhos de mães solteiras têm maior probabilidade de serem desobedientes?
Não podemos generalizar, mas se imaginarmos que uma mãe solteira não terá mais uma pessoa para fortalecer as orientações passadas aos filhos, como também talvez esta mãe sinta mais culpa por este filho não ter oportunidade de convívio diário com o pai, neste caso é possível que esta mãe compense o que ela acredita que seriam falhas com mais mimo aos seus filhos e quanto mais exageramos em atender tudo o que a criança quer menos temos chance de faze-la obedecer quando precisamos.
*Filho único mais desobediente?
Não vejo relação direta, mas caso os pais tentem compensar toda sua carência em um único filho, é possível que este filho sinta-se um “reizinho” e passe a considerar que ele não precisa seguir regras.
*Nenhuma criança nasce desobediente
Mentira. Cada qual tem sua personalidade que independe do que foi transmitido pela educação. Tem crinaça que nasce com tendência ser mais introvertida e assim menos propensa a afrontar os pais e outras mais extrovertidas com mais iniciativas para explorar o mundo e descumprir as regras que atrapalhariam estas descobertas. Mas personalidade nem sempre constitui 100% do comportamento da criança, pois as orientações e o convívio com os pais também modificam a criança a cada dia.
*Os pais podem ensinar seus filhos serem desobedientes sem perceber
São várias as situações nas quais isso pode acontecer:
Quando um pai dita uma regra e permite que ela seja quebrada rapidamente.
Quando o próprio pai descumpre regras na frente do filho.
Quando o pai passa tantas regras que impossibilidade que o filho assimile cada uma.
Quando um pai retira a ordem dada pelo outro.
*Adultos que foram crianças desobedientes tendem ser violentos e usam drogas?
O comportamento agressivo (auto ou hetero-agressivo) envolve muitos mais fatores do que apenas a obediência. Não podemos dizer que cada criança desobediente está fadada a ser um delinquente. Mas podemos imaginar que a falta de regras pode trazer uma série de problemas em sua vida e caso ele não controle estes percalços as coisas podem piorar bastante.

Entrevista cedida pela psicóloga Marisa de Abreu para Revista Coop
Castigar crianças
Em junho de 2014 o Senado aprovou a chamada Lei da Palmada (PLC 58/2014),projeto que inclui dispositivos no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA (Lei 8.069/90), para garantir o direito da criança e do adolescente de serem cuidados e educados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante. No entanto, a legislação por si só não altera o comportamento dos cuidadores.
*Como lidar com birras
- Se é de pequeno que se torce o pepino, qual atitude tomar quando a criança manifesta certas birras, como chorar e gritar no supermercado porque os pais não querem comprar o que criança deseja? Ou quando teima em não querer calçar os sapatos?
Tenho certeza de que toda pessoa que assiste a uma cena destas no supermercado acredita que se fosse com ele esta criança não faria isso, mas quando a oportunidade surge esta mesma pessoa se vê perdidinha diante de uma criança que não obedece.
A primeira coisa que um pai ou mãe tem que ter em mente é o porque desta criança fazer isso, enquanto os pais não entenderem a criança jamais conseguirão ter uma atitude adequada, ou seja, para não espancar a criança e nem deixar que a raiva guie suas atitudes os pais devem entender que a criança treina seus comportamentos. Isso significa que para termos adultos que sabem o que querem da vida, que saibam fazer escolhas e que consigam ser persistentes em seus projetos é importante que tenha sido uma criança que fez birra no supermercado. Sim, é um inferno para os pais mas é produtivo para a criança, assim como também é produtivo que ela receba destes pais toda informação a respeito da inadequação de tentar conseguir o que quer com birra, choro e chutes. Ou seja, é muito importante que a criança treine formas diferentes de obter o que deseja mas é papel dos pais ensinar a forma adequada de fazer isso.
É cansativo mas os pais devem ter folego para falar, repetir, mostrar o que é correto, principalmente com suas próprias atitudes, pois de nada adianta gritar com criança para que ela pare de gritar.
Se a criança está agitada e fazendo birra os pais devem se manter calmos, pegar a criança o colo ou abraça-la pois isso mostra que eles não estão com ódio dela, eles a amam e estão demonstrando como se deve agir em publico.
*Quais castigos aplicar
- Quando o filho insiste em desobedecer aos pais, quais os castigos mais eficientes a serem aplicados?
Deixar a criança de castigo só funciona para as mais grandinhas, não há idade definida mas sim a maturidade, ou seja, o castigo deve ser aplicado quando os pais perceberem que a criança entende que o que ela fez causou danos e por isso ele precisa de um tempo para perceber que a vida apresenta consequências a todos nossos atos, por isso o castigo só funciona se a criança tiver oportunidade de reparar o erro dela.
Sendo assim o castigo eficiente é aquele que mostra a criança o trabalho que dá reparar o dano causado.
-Palavras doem mais
- Muitas vezes as palavras ditas pelos pais num momento de explosão podem doer mais do que uma palmada?
Há coisas horríveis sendo ditas que, na tentativa de impactar a criança, acaba por passar uma mensagem totalmente errada. Por exemplo, qualquer coisa que diga que este adulto não gosta da criança, que ele não se incomoda com ela ou que ela seja defeituosa (ou feia) por ter feito a tal malcriação.
A criança não merece se sentir rejeitada ou defeituosa pois de nada adiantará. Talvez a criança fique mais quieta depois de palavras tão duras, e os pais acreditarão que “deu resultado”, mas esta criança pode estar em pleno desamparo e desistindo de tentar seu lugar no mundo.
-Onde os pais erram
- O que que está faltando na educação das crianças de hoje? Onde os pais estão errando mais? Seria ainda na falta de limites, na culpa por não terem tempo ou paciência para eles?
É muito difícil para os pais identificarem os limites, pois sabemos que por exemplo, uma criança que quer explorar os objetos de casa, mexer nas gavetas, está em pleno desenvolvimento de sua curiosidade e criatividade e isto é muito saudável, mas quando esta criança quer brincar com os copos de vidro está na hora dos pais proibirem, e neste momento inicia o choro, a birra, os gritos, se jogar no chão, bater a cabeça, puxar os cabelos, e tudo o que enlouquece os pais, mas ainda assim os pais devem ser firmes e tira-la do perigo.
Creio que os pais tem muito medo de traumatizar a criança, tem muita culpa por sua falta de tempo, mas mesmo as mães que passam o dia com a criança também tem culpa por não ter a paciência que acreditam que deveriam ter.
O que falta aos pais é entender que dizer “não” faz bem para a criança pois estamos preparando-a para todos os milhares de “nãos” que ela ouvirá na vida. Talvez também falte melhorar a qualidade do tempo que passa com a criança, mesmo que seja em pouca quantidade – e isso pode ser feito interagindo mais com ela, brincando e mostrando as regras da vida com tom de voz amigo.
*Fazer todas as vontades da criança
- Muito se fala que os pais satisfazem todos os desejos dos filhos. Até que ponto isso é prejudicial na educação deles?
Devemos satisfazer as necessidades e não desejos. Se deixar a criança desejará comer doce o dia inteiro, dormir sem banho, e não seguir regra alguma. O ser humano é assim mesmo, ele busca o prazer e isto não é errado quando também tem oportunidade de aprender que dormir limpinho é muito mais gostoso que ir para cama sem banho, que comer alimentos saudáveis é o correto. Mesmo que demore para a criança entender o que significa consequências a longo prazo, como por exemplo obesidade e cárie, ela deve ouvir as orientações até o momento que começar a fazer sentido para ela.
Entendo que fazer a vontade da criança dá um certo alivio a curto prazo para os pais, pois as crianças ficam felizes e dão a sensação de que amam mais estes pais (principalmente se eles forem inseguros), mas com certeza dificultará que as crianças aceitem as tão necessárias regras da vida.
Como segurar a vontade de castigar fisicamente
*Na hora que os pais sentirem aquela vontade da palmada, o que devem fazer?
Na hora nada não dá tempo nem de lembrar de contar até 10, mas antes de dar a palmada, antes de presenciar a malcriação do filho, antes mesmo de ter a necessidade de reagir os pais já devem amadurecer o que significa uma palmada. Lembrar que a cada palmada que ele mesmo levou ficou um gosto muito amargo de falta de amor (mesmo que não seja verdade) que ele não quer para seu filho. Lembrar que se se você bate também está ensinando a obter as coisas de forma truculenta. A criança copia muitas coisas dos pais e principalmente o estado emocional, se os pais agem com descontrole a criança também se descontrolará quando se sentir frustrada.
Confira a seguir 5 dicas de oraganização da sala de aula que podem ajudar você:
Aula está disposta pode fazer tanta diferença quanto a sua atitude para a eficiência do ensino. Vale a pena se esforçar para que a classe seja um ambiente acolhedor e propício para o desenvolvimento das atividades e capacidades dos estudantes, de participação e envolvimento.
5 DICAS DE
ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA: DECORAÇÃO
Separe a sala em diferentes áreas de acordo com as
paredes. Uma delas pode ser, por exemplo, a área de exposição dos trabalhos dos
alunos, com cartazes e trabalhos exemplares. Se administrado da maneira certa,
pode servir como motivação para que os estudantes se
esforcem mais para colocarem
seus trabalhos como exemplo. Outra dica é uma parede da Segunda
Guerra Mundial, Idade Média ou "Cenários Brasileiros", com
exibições e conteúdos extras daquilo que está sendo ensinado no momento.
5 DICAS DE ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA: ATUALIZE
CRONOGRAMAS
Em um local visível você pode colocar o cronograma das
aulas do mês, com os conteúdos que serão vistos, datas de provas e prazos de
entrega de trabalho. Escolha um
aluno da sala para que mantenha o quadro atualizado e reveze esse papel uma vez
por mês, desenvolvendo nos alunos o senso de responsabilidade e comprometimento
com os colegas.
5 DICAS DE ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA: SEPARE AS CARTEIRAS
Cada fileira de carteira deve estar disposta de forma
que a circulação entre elas seja fácil e acessível. Você pode organizar de maneira fixa ou trocar a disposição
dependendo da aula para promover debates e discussões. Independente do local onde
estiverem, todos os alunos devem ter uma boa visão da lousa e área de
apresentação.
5 DICAS DE ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA: FOCO E ATENÇÃO
Muitas vezes a
conversa e falta
de concentração dos
alunos pode ser causada pela maneira como eles estão distribuídos em sala.
Repense essa organização e procure a melhor solução para que o ensino esteja
garantido.
Erros do professor
7 erros do professor em sala de aula
Confira como evitar atividades sem foco ou morosas, que roubam um precioso tempo da aprendizagem.
1. Utilizar o tempo de aula para corrigir provas
O problema Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.
A solução Nesse caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na hora-atividade.
O problema Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.
A solução Nesse caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na hora-atividade.

2. Exigir que todos falem na socialização
O problema Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas.
A solução O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.
O problema Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas.
A solução O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.

3. Não desafiar alunos adiantados
O problema Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando.
A solução Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.
O problema Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando.
A solução Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.

4. Colocar a turma para organizar a sala
O problema A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo e rodas de leitura acaba tomando uma parte da aula maior do que das atividades em si.
A solução Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, no aprendizado. Em caso positivo, vale programar arrumações prévias à aula.
O problema A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo e rodas de leitura acaba tomando uma parte da aula maior do que das atividades em si.
A solução Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, no aprendizado. Em caso positivo, vale programar arrumações prévias à aula.

5. Falar de atualidades e esquecer o currículo
O problema Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo.
A solução Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.
O problema Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo.
A solução Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.

6. Realizar atividades manuais sem conteúdo
O problema Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico.
A solução Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.
O problema Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico.
A solução Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.

7. Propor pesquisas genéricas
O problema Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais.
A solução Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.
O problema Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais.
A solução Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.
Resta lembrar que nem tudo o que foge ao planejamento é perda de tempo. Questionamentos, por exemplo, são indícios de interesse no assunto ou de que um ponto precisa ser esclarecido. "Para esse tipo de desvio de rota, vale, sim, abrir espaço. Afinal, são atividades reflexivas e que auxiliam na aprendizagem", afirma Cristiane Pelissari, formadora da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/7-erros-professor-629265.shtml
segunda-feira, 23 de março de 2015
Além da Sala de Aula
*Título no Brasil: Além da Sala de Aula
*Título Original: Beyond the Blackboard
*País de Origem: EUA
*Gênero: Drama
*Classificação:Livre
*Duração: 95 minutos
*Ano de Lançamento: 2011
*Direção: Jeff Bleckner
*Elenco: Emily VanCamp, Steve Talley e Timothy Busfield
Baseado em um história real, "Além da Sala de Aula" (ou "Além do Quadro Negro") conta a história do primeiro emprego da jovem professora Stacey Bess (a atriz canadense Emily VanCampque) que aceita a vaga de professora temporária de uma escola de abrigo, uma sala de aula improvisada para crianças de famílias sem teto nos Estados Unidos, impedidas de se matricularem na escola regular.
A escola é um depósito improvisado. As famílias vivem em alojamentos, trailers ou até mesmo em carros. Crianças com fome e com várias idades, falta de livros e carteiras em condições precárias são dificuldades enfrentadas pela professora. Bess, mãe de duas crianças e novamente grávida, além de habilidade precisa se superar em amor e dedicação.
"Além da Sala de Aula" é um exemplo de dedicação, amor e despreendimento. Mas é principalmente uma lição de esperança. É uma prova de que, superando obstáculos e dificuldades, o estudo possibilita a esperança de que sim, é possível mudar a vida de crianças carentes e suas famílias.
Na vida real, os serviços prestados pela educadora Stacey Bess foi reconhecido por diversos prêmios, incluindo o National Jefferson Award. Ela e seu marido estão casados há mais de 30 anos e são pais de 6 crianças.
A escola é um depósito improvisado. As famílias vivem em alojamentos, trailers ou até mesmo em carros. Crianças com fome e com várias idades, falta de livros e carteiras em condições precárias são dificuldades enfrentadas pela professora. Bess, mãe de duas crianças e novamente grávida, além de habilidade precisa se superar em amor e dedicação.
"Além da Sala de Aula" é um exemplo de dedicação, amor e despreendimento. Mas é principalmente uma lição de esperança. É uma prova de que, superando obstáculos e dificuldades, o estudo possibilita a esperança de que sim, é possível mudar a vida de crianças carentes e suas famílias.
Na vida real, os serviços prestados pela educadora Stacey Bess foi reconhecido por diversos prêmios, incluindo o National Jefferson Award. Ela e seu marido estão casados há mais de 30 anos e são pais de 6 crianças.
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